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Desenvolvimento Turistico
As actividades culturais, recreativas e desportivas da freguesia de Ventosa são essencialmente desenvolvidas pelas colectividades que se vão formando no seio da comunidade. Actualmente, são dezassete as associações que, de diferentes formas, dinamizam a população local:
 
 
Associação Agrária de Cultura e Recreio do Bonabal
 
Rua do Comércio, 15
Bonabal
2565-835 Ventosa — Torres Vedras
Tel.: 261858504
 
A Associação Agrária de Cultura e Recreio do Bonabal foi fundada em 1 de Junho de 1971 e tem os seus estatutos publicados no “Diário do Governo”, nº 78, III Série, de 2 de Abril de 1973. Da sua primeira direcção fizeram parte Luís Ferreira Carimbo, Maximiano Batista F. Carimbo, Arnaldo Batista Avelar, Benedito Ferreira Carimbo, Maria da Nazaré Gomes e José Nicolau Rodrigues. Actualmente com duzentos e cinquenta associados, desenvolve várias actividades culturais e desportivas. Possui uma equipa de ciclismo e desenvolve as seguintes actividades: ginástica e cicloturismo, exposição sócio-cultural, OTL para crianças e idosos, cursos de formação e analfabetização. Tem tido ainda um importante papel na realização de melhoramentos e iniciativas de embelezamento da aldeia.
Da sua equipa de ciclismo constam os seguintes palmarés:
 
- 1996: Campeã Nacional por equipas de Cadetes
- 1997: Campeã Nacional por equipa de Cadetes; Campeã Regional e Nacional por perseguição em pista, por equipas de Cadetes; 1º classificado no Grande Prémio JN, em Cadetes; vencedora da Taça de Portugal de júniores
- 1998: Campeã Nacional de estrada, individual, de júniores
- 1999: vencedora da Taça de Portugal de júniores, ciclista da sua equipa classificados em 1º, 2º e 5º lugares na Volta às Terras de Loulé
- 2000: 3ª classificada por equipas no Campeonato Nacional de Júniores
 
 
 
PROVENTOSA - Associação para o Desenvolvimento da Freguesia de Ventosa
 
Av. Padre Manuel Antunes, 28 - 1.º (Edifício da Junta)
2565-842 Ventosa — Torres Vedras
Tel.: 261951133
 
Esta associação foi fundada a 26 de Agosto de 1999, tendo por objectivo principal a criação de projectos, conforme as necessidades da população no âmbito cultural, social e económico.
 
 
 
Associação Cultural, Desportiva e Recreativa das Figueiras
 
Rua da Associação, 3
Figueiras
2565-836 Ventosa — Torres Vedras
 
A Associação Cultural, Desportiva e Recreativa das Figueiras foi fundada em 21 de Janeiro de 1988 e conta actualmente com duzentos e sessenta e um associados.
 
 
 
Associação Cultural, Desportiva e Recreativa de Arneiros
 
Rua 1.º de Maio
Arneiros
2565-831 Ventosa — Torres Vedras
 
Esta associação foi fundada a 1 de Maio de 1975 e conta, actualmente, com duzentos associados. Fizeram parte da sua primeira direcção: Joaquim Ricardo, Pedro Silva, Serafim Feliciano Silva, Luís Ferreira Bizarro, Fernando Assis Valentim, Rui Lopes Gomes e José António Dias.
Os seus estatutos foram publicados no “Diário da República”, nº 108, III Série, de 11 de Maio de 1979.
A sua actividade principal é o Futebol de 11.
 
 
 
Associação de Caçadores da Freguesia da Ventosa
 
2565-842 Ventosa — Torres Vedras
 
Fundada em 16 de Setembro de 1993, esta associação conta actualmente com 4100 associados. Como o próprio nome indica, as suas actividades centram-se na caça, tiro aos pratos e largada de perdizes, para além da gestão da caça e conservação e equilíbrio das espécies, nomeadamente da perdiz e dos predadores em vias de extinção.
Os seus estatutos foram publicados no “Diário da República”, nº 139, de 19 de Junho de 1995, Portaria nº 598/ 95.
A sua primeira direcção foi constituída por: Presidente - Luís Alberto Abreu; Vice-Presidente - António Gomes Anacleto; 1º Secretário - Mário Fernando Ferreira Policarpo; 2º Secretário - Abel Jesus Luís; Tesoureiro - Helder José Gomes Nunes Esteves; Vogais — Henrique Alves dos Santos, Júlio de Jesus P. Simões, António José Figueiras Antunes, Helder dos Santos Nicolau.
A área associativa é de 1890 hectares.
 
 
 
Associação Desportiva, Recreativa e Cultural de Bordinheira
 
Rua dos Navegantes, nº 2
Bordinheira
2565-836 Ventosa — Torres Vedras
Tel.: 261332200
 
Foi fundada a 1 de Julho de 1970, e viu os seus estatutos serem publicados no “Diário do Governo”, III Série, a 26 de Maio de 1972.
Fizeram parte da sua primeira direcção: Luís Paulo dos Santos, João dos Reis, Américo Fernandes e Luís Reis.
Contando actualmente com cerca de quatrocentos e sessenta associados, a Associação Desportiva, Recreativa e Cultural de Bordinheira realiza actividades de carácter lúdico e de apoio a idosos. Na área do desporto, dedica-se à prática de Futebol de 5, Basquetebol, Andebol e Voleibol.
 
 
 
Associação Cultural, Desportiva e Recreativa da Murteira
 
Avenida 15 de Agosto
Murteira
2565 Ventosa — Torres Vedras
 
Esta associação, fundada a 14 de Agosto de 1984, realiza várias actividades culturais e desportivas. Os seus estatutos foram publicados no “Diário da República”, nº 208, III Série, de 7 de Setembro de 1984.
A sua primeira direcção foi constituída por António Jacinto dos Santos, José António Jesus Caetano, António Simões Henriques, Francisco Martinho Ramos Silva, Raul dos Anjos Simões, Hermínio Brás Franco, José António Brás Franco, José Francisco Franco Henriques e José Vítor António Franco Leandro.
 
 
 
Agrupamento nº 647 — C. N. E.
 
2565 Ventosa — Torres Vedras
 
O início da formação do Agrupamento de Escuteiros da Paróquia da Ventosa deu-se em Novembro de 1989. A residência paroquial de inícios do século XX, que então se encontrava em estado de degradação, foi reconstruída para sede de escuteiros e inaugurada a 16 de Maio de 1982. Na sessão de inauguração esteve presente o Bispo auxiliar D. Serafim de Sousa Ferreira e Silva.
 
 
 
Centro Desportivo Recreativo e Cultural da Pedra
 
Avenida 16 de Agosto
Pedra
2565-832 Ventosa — Torres Vedras
 
Fundado a 2 de Fevereiro de 1983, esta colectividade conta com cerca de trezentos associados. Os seus estatutos foram publicados no “Diário da República”, nº 69, III Série, de 24 de Março de 1983.
Da sua primeira edição fizeram parte: Eduardo Lucas, Carlos Jorge Teixeira Duarte, Luís Feliciano Neves Gomes, Luís Lucas e José Reis Machado.
Tem organizado vários festivais, espectáculos de teatro e outros eventos. No campo desportivo, dedica-se principalmente ao Futebol.
 
 
 
Grupo Desportivo, Recreativo e Cultural "Os Carregueirenses"
 
Carregueira
2565 Ventosa — Torres Vedras
 
Os estatutos do Grupo Desportivo, Recreativo e Cultural “Os Carregueirenses” foram publicados no “Diário da República”, nº 60, III Série, de 11 de Março de 1995.
Constituíram a sua primeira direcção Miguel Alves, António Bernardes dos Santos e José Luís Alexandre da Silva.
 
 
 
Grupo Desportivo, Recreativo e Cultural de São Mamede da Ventosa
 
Bairro das Faias, nº 3
São Mamede
2565-842 Ventosa — Torres Vedras
 
Esta colectividade foi fundada a 23 de Dezembro de 1975 e os seus estatutos foram publicados no “Diário da República”, nº 69, III Série, de 24 de Março de 1983.
Fizeram parte da sua primeira direcção: Carlos Alberto Lopes Veloso, António dos Santos, Francisco Agostinho dos Santos, António dos Santos Policarpo, José Gregório da Silva, Boaventura António dos Santos Carlos, José Constantino, Carlos Alberto dos Santos Assunção e Francisco Figueiras Antunes. Conta actualmente com duzentos e quarenta associados.
O Futebol de 11 e o Cicloturismo são duas das suas principais actividades desportivas, para além de organizar e facultar a prática de vários jogos de salão.
 
 
 
União Camponesa Recreativa e Desportiva de Fernandinho
 
Rua da Camponesa, nº 3
Fernandinho
2565-841 Ventosa — Torres Vedras
Tel.: 261961543
 
A secção recreativa desta colectividade foi fundada em Maio de 1948, com trezentos e cinquenta associados. Fizeram parte da sua primeira direcção Manuel A. Pereira, António Henriques, Américo Ventura, João Vieira, Armindo Antunes, António Marcolino Botelho, José Rodrigues e Júlio Romão.
A secção desportiva foi fundada apenas em Setembro de 1964.
A 21 de Junho de 1972 foi inaugurada a sua nova sede, com sala de teatro, cinema e convívio, e com balneários.
Os seus estatutos actuais foram publicados no “Diário da República”, nº 78, III Série, de 22 de Fevereiro de 1978.
A 4 de Junho de 1978 foi inaugurada a sua sede actual. Neste ano possuía cerca de duzentos associados.
Tem como principais actividades o futebol, futebol de 5 e ginástica, possuindo ainda um grupo cénico.
 
 
 
Movimento em Defesa da Cultura Rural
 
Com sede em Moçafaneira, o Movimento em Defesa da Cultura Rural foi criado em 1986, e funciona como um pólo que agrega as várias associações existentes na freguesia de São Mamede da Ventosa.
 
 
 
Associação de Solidariedade e Acção Social da Freguesia de São Mamede da Ventosa
 
Foi fundada a 8 de Maio de 1989 e conta actualmente com cerca de oitocentos associados. A sua actividade divide-se entre a solidariedade social e a prestação de socorros. Presta apoio domiciliário a trinta e seis utentes e realiza colónias de férias.
 
 
 
Associação de Socorros
 
Funciona como complemento dos serviços prestados pela Associação de Solidariedade e Acção Social da Freguesia de São Mamede da Ventosa. É constituída por quarenta e cinco voluntários e tem duas ambulâncias.
 
 
 
Centro Social de São José
 
Fundado a 19 de Abril de 1998, tem três grupos de dança (infantil, juvenil e adulto) e promove actividades para os idosos. Tem ainda a seu cargo a organização, bem como a participação, de várias festas de carácter social e cultural, não só na freguesia, mas também no concelho.
 
 
 
Adega Cooperativa de São Mamede da Ventosa
 
Fundada a 19 de Janeiro de 1956, esta cooperativa conta actualmente com cerca de 2200 associados. A área total de superfície das vinhas dos associados é de 1977,22 hectares, e o equipamento existente na adega tem uma capacidade de recepção de 16.500 toneladas para uvas tintas e 16.000 para uvas brancas.
Esta adega é uma das fundadoras da FENADEGAS e actualmente é membro da direcção do mesmo.
 
 
 
 
A nível da restauração, a freguesia dispõe de alguns cafés, onde são servidos alguns petiscos regionais:
 
 
Restaurante “O Coelho”
 
Arneiros
2565 Ventosa — Torres Vedras
Tel.: 261951372
 
 
 
Café A Baiuca Petiscos
 
Largo Palmeiras 27 
Bordinheira
2565-836 Ventosa — Torres Vedras
Tel.: 261331063
 
 
 
Café Snack-Bar Carson
 
Rua Pombal 15 
Fernandinho
2565-841 Ventosa — Torres Vedras
Tel.: 261962948
 
 
 
Café
 
Proprietário: Celestiano Santos Gomes
Arneiros
2565-831 Ventosa — Torres Vedras
Tel.: 261951207
 
 
 
Café Central
 
Avenida Padre Manuel Antunes, nº 39 — A
Moçafaneira
2565-842 Ventosa — Torres Vedras
Tel.: 261952683
 
 
 
Café Miranda
 
Largo das Palmeiras
Bordinheira
2565-836 Ventosa — Torres Vedras
Tel.: 261331304
 
 
 
Cervejaria “O Retiro”
 
Rua das Flores, nº 23
Cova da Moura
2565-839 Ventosa — Torres Vedras
Tel.: 261857168
 
 
 
Tendo como principais acessos a A8 e a estrada Nacional 9, a freguesia de Ventosa é detentora de um interessante património arquitectónico e arqueológico, do qual se destaca:
 
 
Igreja Matriz
 
A Igreja Matriz da freguesia da Ventosa, dedicada a São Mamede, foi construída em 1197 e reconstruída em 1882. Mais recentemente, em 1946, teve outra restauração e, entre 1994 e 1997 teve nova restruturação e ampliação.
No seu interior destacam-se as paredes forradas a azulejos do século XVII e XVIII.
“A matriz desta freguesia, de três naves e arcos ogivais,foi fundada em 1197, reconstruída no século XVI e restaurada em 1882” (Costa, Américo, Dic..., vol. XII, 1949, p. 316)
“Já naquelle anno” (1309) “hera Ermida esta Igreja e tinha uma Albergaria no Lugar e outra em Valle de Gallegos, e ambas com bens” (anotadores, obra manuscrita, nota 7 do Apendice 19 ao mapa estatístico nº 1, AHMTV)
Já existia em 1527 (ref. Anotadores de Madeira Torres, parte histórica, p. 259).
Reconstruída em 1947 (A Hora, Out. 1959, p. 70).
Restauro e ampliação em 1994 e 1997.
Em 1819 era anexa à Igreja de São Tiago de Torres Vedras, com curato apresentado pelo prior desta “ainda que distincto no rendimento, que talvez seja equivalente ao do Prior da Matriz, depois do moderno melhoramento da congrua”. Recebia então de congrua “57$000 réis, sessenta e quatro alqueires e trigo, cento e vinte de cevada e trinta almudes de vinho” (Madeira Torres, parte histórica, pp.102-103).
“Esta Igreja de São Mamede (sôbre o comêço da qual nada podémos descobrir) tem de fundo trinta palmos, e de largo 44; é muito antiga, tem tres naves, sustentadas em columnas, com sete altares, e duas Ermidas no seu districto. Para a sua fabrica pagava a Matriz 1$500 réis annuaes” (editores, 1862, parte histórica, P. 103).
Descrição do conteúdo da Igreja de São Mamede:
De nave central e duas laterais.
Existe um cruzeiro Próximo. “Diz-se que São Mamede nasceu junto desse cruzeiro, o que não corresponde à verdade. Ai se realizavam as ladainhas na 5ª feira de Ascenção, benção de Deus para invocar os trabalhos do campo (pQ)”.
Azulejos:
“O interior do templo está guarnecido com tapete do século XVII. Na capela-mor o tipo é compósito e caprichoso, só a azul, mas já do século XVIII. A partir do pavimento, em 5 de alto, o friso de meninos entre balaústres, seguindo-se uma barra de 2 azulejos de largo, que serve de moldura a uma bela série de vasos de 8x4. Acima, azulejos de figura avulsa, de “estrelinha” - flores e uma ou outra figura - num total de 27 de alto” (in Azulejaria em Portugal - século XVIII, pp. 334-335)
Na sacristia da Paroquial, foi colocada uma faixa de azulejos e restos de azulejos moçárabes, retirados dos entulhos e lixos das obras de restauro da Paroquial (pQ).
Imagens e outros objectos de culto ou arte sacra existentes nos altares da Igreja em 1911:
No Altar mor: Uma imagem de São Mamede com um bordão de metal amarelo; uma imagem de Santo António; um sacrário de madeira dourada com um pavilhão branco.(1911)
No altar da Senhora de Lurdes: Uma imagem da Senhora de Lurdes com uma coroa de metal amarelo e distico, um quadro da Senhora da Cana Verde e outro da Senhora das Dores.(1911)
No Altar da Senhora das Virtudes: Uma imagem da Senhora das Virtudes com brincos de ouro e uma coroa de folha, centro de uma maquineta, onde também se encontra uma imagem do menino Jesus; uma imagem de São José; dois quadros, um do Coração de Jesus e outro do Coração de Maria (1911).
No Altar de Nossa Senhora do Rosário: uma imagem da Senhora do Rosário, com um menino, tendo ambas uma coroa de folha; uma imagem de São Brás; uma imagem de São Francisco; um quadro na parede em óleo e sobre tela (1911).
No Altar da Senhora dos Aflitos; um quadro a óleo sobre tela representando a Senhora dos Aflitos; uma imagem de Santa Luzia; uma Imagem de São João (1911).
No Altar de São Sebastião: Uma imagem de São Sebastião, dentro de uma maquineta; uma imagem de Santo Amaro; uma imagem de Santa Catharina (1911).
No Altar do Coração de Jesus: Uma imagem do Coração de Jesus; uma imagem da Senhora do Rosário; uma imagem de São José (1911).
Outros objectos de Arte Sacra referidos em 1911:
No Batistério: um quadro com São João (1911).
No Corpo da Igreja: catorze quadros da via-sacra (1911).
Na Torre: um sino de bronze (1911).
Na Sacristia: vários objectos em prata e ouro (1911).
Esta relação que acima se publica baseia-se no registo feito por uma comissão republicana, nomeada para o efeito. Actualmente algumas dessas imagens já não estão ao culto e alguns altares foram dedicados a outras invocações de Santos (pQ).
 
 
 
Capela de São José ou Capela dos Arneiros (Arneiros)
 
Ideia lançada em 1963.
Primeira pedra em 23 de Dezembro de 1980 e inaugurada a 21 de Outubro de 1984, com a presença do Cardeal Patriarca D. António Ribeiro.
 
 
 
Capela da Bordinheira
 
Esta Capela, construída em 1940 por Nicolau dos Santos Silva, é dedicada a Nossa Senhora da Boa-Nova. Em 11 de Julho de 1993, foi demolida, para no seu lugar se construir um novo templo, desta vez dedicado a São Francisco. Parte do terreno que se destinou a esta construção foi cedida por José Tiago.
A 1 de Agosto de 1993 foi benzida a sua primeira pedra, numa cerimónia que contou com a presença do bispo auxiliar D. Horácio Cristino. A inauguração ocorreu apenas a 25 de Abril de 1999, presidindo às celebrações o Patriarca D. José da Cruz Policarpo.
 
 
 
Capela de São Paulo ou da Carregueira (Carregueira)
 
A ideia da sua construção foi lançada por D. António Marcelino. O Terreno foi oferecido por Dª Ana Berquó, e a primeira pedra lançada em 26 de Junho de 1979. Foi inaugurada em 22 de Junho de 1985 pelo bispo auxiliar D. Serafim de Sousa Ferreira e Silva (pQ).
 
 
 
Capela da Senhora de Lurdes (Fernandinho)
 
Capela da Senhora de Lurdes, no Fernandinho, com nave principal, coro, sacristia, e casa de arrecadações, existe desde 1890.
Imagens: Senhora de Lurdes, dentro de uma maquineta; São José; Santo António (1911).
Quadros: Coração de Jesus; Coração de Maria (1911).
Restaurada nos anos 40 (A Hora, 1959, p. 70).
Começou por ser demolida em 11 de Fevereiro de 1973, para no seu lugar ser construída uma nova capela. Tendo a primeira pedra sido lançada em 11 de Fevereiro de 1974, foi inaugurada em 5 de Setembro de 1976, com a presença do Cardeal Patriarca de Lisboa. (padre Querido e B).
 
 
 
Ermida de Nossa Senhora da Conceição (Fernandinho)
 
Foi instituída pelo Padre Manuel Franco, no século XIX. Já não existe.
 
 
 
Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe (Fernandinho)
 
Existia no século XIX.
 
 
 
Capela de Vale de Galegos (Fernandinho)
 
Não está ao culto.
 
 
 
Igreja de Montengrão
 
O lançamento da primeira pedra desta igreja ocorreu em 30 de Julho de 1991 e a sua inauguração deu-se três anos mais tarde, no dia 24 de Junho de 1994. As celebrações da inauguração foram presididas pelo bispo auxiliar D. Horácio Cristino. É dedicada a Santa Cristina.
 
 
 
Igreja Nova de São Sebastião (Pedra)
 
Construída no sítio da antiga ermida de São Sebastião, instituída pelo padre Domingos Antunes, existia em 1758, estava em ruínas no final do século XIX.
No seu lugar deu-se início, em 4 de Maio de 1880, à construção da nova capela de 2ª fundação, restaurada nos anos 40.
A Capela de São Sebastião, de segunda fundação, tinha nave principal, coro e sacristia. Existem as imagens de São Sebastião, da Senhora do Rosário, da Senhora de Lurdes, de São José e do menino Jesus e os quadros do Coração de Jesus e do Coração de Maria (1911).
O arco da capela mor veio de Torres Vedras, ao que se julga da Igreja de São Miguel. Serviu o culto até 15 de Agosto de 1978, sendo demolida para no mesmo local ser construída a actual Igreja Nova, que teve a sua inauguração no da 3 de Maio de 1981, presidindo a esse acto o Cardeal Patriarca D. António Ribeiro (pQ).
 
 
 
Capela da Quinta da Rocheira
 
Não está ao culto.
 
 
 
Capela da Quinta de Charniche
 
Não está ao culto. Há pouco tempo foi danificada por um incêndio, encontrando-se a ser restaurada.
 
 
 
Capela de São Martinho (São Martinho — Bordinheira)
 
Talvez já existisse pelos séculos XVII, XVIII (pQ).
A Capela de São Martinho tem nave principal, coro, sacristia e 6 casas dependentes.
Imagens: Nossa Senhora dos Prazeres, com dois pares de brincos em ouro e uma corôa de prata; São Jacinto (1911).
Interessante alpendre.
Tem a particularidade de possuir 2 janelas ao lado da porta principal (pQ).
Restaurada nos anos 40 (A Hora, 1958, p.70) e em 1977 (pQ).
 
 
 
Capela da Senhora da Piedade ou Capela do Cadoiço
 
Construída no século XVII pelo padre Luís da Paz. Existia no século XVIII (pQ)
A Capela de Nossa Senhora da Piedade tem nave, e sacristia.
Existia em 1911 uma imagem de Nossa Senhora da Piedade (1911)
Foi restaurada em 1990 e 1998.
 
 
 
Capela do Bonabal (orago - Sagrado Coração de Jesus)
 
A primeira pedra foi lançada em 26 de Junho de 1988 e foi inaugurada em 26 de Agosto de 1990. Presidiu à sua benção e à inauguração o Sr. Bispo Auxiliar D. Horácio Cristino (pQ).
 
 
 
Capela ou Nicho de Nossa Senhora da Paz (Casal do Pombal)
 
Construída em 1942.
 
 
 
Salão Paroquial
 
Construído pelo Padre Manuel Antunes num terreno cedido pela “Casa Ventosa, foi inaugurado em 25 de Agosto de 1957 pelo então Cardeal Patriarca D. Manuel Cerejeira”.
 
 
 
Residência Paroquial
 
Existia uma quando da proclamação da República, sendo então ocupada pelo Estado, pelo arrolamento de 29 de Julho de 1911. Serviu então de escola primária e residência de professores.
Pela Concordata de 1940, foi devolvida à Igreja.
Tendo-se construído nova residência paroquial em terreno cedido pelos herdeiros de Boaventura Nicolau dos Santos, rapidamente o edifício da primeira construção se degradou.
Foi mais tarde reconstruída para sede de escuteiros, sendo inaugurada em 16 de Maio de 1982 pelo Bispo auxiliar D. Serafim de Sousa Ferreira e Silva.
A construção da nova Residência Paroquial iniciou-se em Maio de 1979, sendo inaugurada em 1 de Novembro de 1981.
 
 
 
Albergarias, Confrarias e Irmandades
 
Existia uma albergaria em São Mamede da Ventosa no tempo de Madeira Torres (1819) (Madeira Torres, parte Histórica, p. 159).
Em 1859 registavam-se as seguintes Irmandades e Confrarias:
 
- Irmandade do Santíssimo Sacramento (Fundos em que consistem: Foros, jóias, annuaes, esmolas e acompanhamentos; Valores: 130$00; Rendimento a dinheiro/ Termo médio: 96$900)
 
- Irmandade das Almas (Fundos em que consistem: annuaes, esmolas e aluguer de esquifes; Rendimento a dinheiro/ Termo médio: 73$600)
 
- Confraria de São Mamede (Fundos em que consistem: esmolas e acompanhamentos; Rendimento a dinheiro/ Termo médio: 17$400)
 
- Confraria de São Sebastião (Fundos em que consistem: esmolas; Rendimento a dinheiro/ Termo médio: 14$200)
 
- Albergaria de São Mamede (Fundos em que consistem: prédios e foros; Valores: 460$000; Rendimento a dinheiro/ Termo médio: 18$040)
 
- Ermida de São Martinho (Fundos em que consistem: foros, esmolas e dotação annual; Valores: 48$000; Rendimento a dinheiro/ Termo médio: 5$000)
 
- Ermida de Nossa Senhora da Piedade (Fundos em que consistem: foros, esmolas e dotação annual; Valores: 60$000; Rendimento a dinheiro/ Termo médio: 6$000)
 
 
 
Moinhos
 
Moinhos de Vento
da Freguesia de São Mamede da Ventosa
 
I
Pus-me um dia a visitar
Os moinhos da Freguesia
Queria saber quantos eram
Aonde cada um existia
 
II
No Moinho do Frade vi dois
Foi onde me pus a caminho
Ver se ia o do Regalo
Lá perto de São Martinho
 
III
Fui ver o da Pena Seca
Mais abaixo o do Catanhal
Visito o dos Cortiços
Todos três em Bonabal
 
IV
Fui até ao da Galpeira
Ao da Cova da Moura também
Fui ver o das Moutelas
E o Mato Grande mais além
 
V
Segui ao da Boa-Vista
Na Bogalheira outro havia
Subo até ao da Oureça
No centro da Freguesia
 
VI
Desço até ao da Ventosa
Aonde paro e descanso
Pois tinha que subir a serra
Para ir ao do Pinheiro Manso
 
VII
Aí olhando o horizonte
Volto de novo ao caminho
Pois muito tenho que andar
Para ir ao de Fernandinho
 
VIII
Volto atrás ao de Vale Galego
Aonde já sinto canseira
Mas ainda tenho que ir
Ao do alto da Muchareira
 
IX
Dezoito me lembro a trabalhar
Em toda a Freguesia
Mas só dezassete encontrei
Do outro nem rasto havia.
 
Benedito Carimbo (Bonabal, Agosto de 2001)
 
 
Ao percorrer a freguesia de Ventosa são muitos os moinhos que podem ser apreciados. Desta forma, destacam-se os Moinhos que proliferam pela freguesia, a povoação em que se encontram e quais os seus proprietários:
 
- Moinho da Boavista (Casal da Boavista): Família Franco
- Moinho de Vale Galegos (Fernandinho): Proprietário Estrangeiro
- Moinho de Fernandinho (Fernandinho): Mário Martins
- Moinho do Calixto (Moutelas): António Calixto
- Moinho José Calixto (Casal Galpeira): António M. J. Bernardes
- Moinho Cova da Moura (Cova da Moura): Maria Paula Agostinho
- Moinho da Família Carimbo (Cabeço dos Cortiços): Benedito Ferreira Carimbo
- Moinho do Loural (Casal do Loural): Paulo Tribolet Abreu
- Moinho Pinheiro Manso (Casal Pinheiro Manso): António Maria Silva Marçal
- Moinho da Oureça (Casal da Oureça): Carlos Assunção Constantino
- Moinho Bonabal (Rua Mina Foro — Bonabal): Alberto dos Santos
- Moinho da Bogalheira (Bogalheira): Hermínio Carlos Rodrigues
- Moinho do Loural (Casais do Loural): Otelindo dos Santos Henriques
- Moinho do Franco (Ventosa): António Antunes Franco
- Moinho do Casal Catanhal (Catanhal): Armando dos Santos
- Moinho dos Constantinos (Casal Moinho do Frade): Arlindo Constantino
- Moinho dos Constantinos (Casal Moinho do Frade): Joaquim Alfredo Constantino
- Moinho da Mucharreira (Avenida Brasil nº 160): João Fernandes Figueiredo
 
 
 
Cruzeiros
 
Na freguesia da Ventosa é possível apreciar dois Cruzeiros, um localizado no adro da Igreja Paroquial, e o outro no lugar da Ventosa.
 
 
 
Nichos
 
Para assinalar os cinquenta anos das Aparições de Fátima, foram construídos três nichos em diferentes lugares da freguesia, nomeadamente em Bordinheira, Fernandinho, Figueiras e Montengrão.
 
 
 
Vestígios de Estrada das Invasões Francesas
 
 
 
Forte do Outeiro da Prata
 
Com o nº 134, o Forte do Outeiro da Prata apresenta uma guarnição de 110 homens e quatro peças de doze libras. Os muros estão praticamente intactos, facto que permite ter uma ideia bastante aproximada das estruturas que estas construções tinham.
 
 
 
Forte da Carregueira
 
O Forte da Carregueira, com o nº 143, possui uma guarnição de 150 homens e artilharia de quatro peças de doze libras.
 
 
 
Forte do Cabrito ou da Carrasqueira
 
Este forte tem o nº 135, guarnição de 160 homens, 4 peças de libras. A praça continua bem delimitada, apresentando secções de muralha quase intactas. É importante referir o inteligente aproveitamento dos ressaltos do terreno numa conjugação perfeita entre a natureza e a fortilicação.
 
 
 
Forte da Milharosa
 
O Forte da Milharosa, com o nº 136, possuía uma guarnição de 150 homens e artilharia de 4 peças de 12 libras. Actualmente, o único vestígio do Forte da Milharosa é um monte de pedra.
Uma das características notáveis das Linhas do Forte consistia na excelente ligação por caminho e na perfeita comunicação visual entre as suas fortificações.
 
 
 
Quinta do Vale de Galego
 
Vale de Galegos é já referenciada em documentos dos séculos XII e XIII e, tal como o nome sugere, o seu povoamento deve estar associado às gentes da Galiza.
Nesta época, Vale de Galegos deverá ter sido mais do que uma Quinta, uma vez que um documento de 1309 indica grandes produções agrícolas para uma simples Quinta. Outro dado que confirma esta hipótese é o facto de aqui ter existido uma albergaria.
No entanto, talvez devido à diminuição da produção e de habitantes, este local transformou-se, no século XVI, na Quinta de Vale de Galegos.
Ao chegar à Quinta de Vale de Galegos podemos observar um portal de características barrocas, no qual se destaca um crucifixo em relevo. Passado o portal, entra-se no pátio, que possui uma fonte de água. À esquerda vê-se o Palácio, que encerra no seu interior belos painéis de azulejos, iguais aos que revestem grande parte da Igreja de São Pedro em Torres Vedras.
Actualmente, esta quinta, com 20 hectares, tem uma produção dominada pela vinha e o vinho é totalmente produzido nas suas adegas.  
 
 
 
Quinta de Charniche
 
A área que actualmente é ocupada pela Quinta de Charniche terá sido habitada desde remotas épocas. Com efeito, neste local foram encontrados importantes vestígios arqueológicos que indiciam a sua ocupação por povos primitivos. Estas descobertas transformaram a Quinta de Charniche numa das mais importantes estações arqueológicas da região.
Nos inícios do século XX, o proprietário de então desta Quinta descobriu que uma nascente de água potável que ali existia tinha funções reguladoras internas. Após várias experiências clínicas, confirmou-se a riqueza desta água sob o ponto de vista terapêutico.
Era então importante produção de vinho nas propriedades desta quinta (anotadores, parte econ., caderno 3º ff. 8/ 9, nota à alínea c) p. 248, AHMTV).
Pelos menos entre 1888 e 1904, pertenceu a Joaquim Gomes de Sousa Belford (Anuário Comercial e Agrícola — ACA, A Semana 1 — 5 — 1888).
No final do século XIX torna-se conhecida pelas suas águas minerais.
Em 1899 vendiam-se em garrafas como “água de mesa Minero-Medicinal”. Era considerada “uma água de mesa diurética e reguladora de todas as funcções digestivas”, sendo indicada “nos casos de atonia intestinal, gastrite e enterite Chronica, congestão e catharro doo fígado, dos rins, da bexiga, prostata e do utero, casos de arthrismo, gotta, albuminuria, diabetes, rheumatsimo, etc”. O seu uso regular regulava, curava e evitava “a prisão de ventre, dispepsia, gastralgia, colicas, vertigens, nevralgias e doenças da pelle, como urticaria, herpes, eczema, etc. (...). Brilhante e inalterável, de sabor agradável”, podia-se “tomar em jejum ou às refeições, misturada com o vinho” tornava este “mais agradavel, sem lhe alterar, como as aguas alcalinas, o seu gosto e qualidades”.
Era vendida em garrafas de 1 litro, custando a água 100 réis e a garrafa 50 réis, e em garrafões de 5 litros, custando a água 350 réis e o garrafão 300, recebendo-se o vasilhame, desde que tivesse o rótulo da empresa.
(Folha de Torres Vedras — FTV -, 31 de Dezembro de 1899).
Por alvará de 26 de Março de 1909, era então sua concessionária D. Sara Belford Street. (COSTA, Américo, Dicionário Corográfico de Portugal Continental e Insular, Liv. Civilização, Porto 1948, vol. XI, p. 785).
Recebeu novo alvará de licença para exploração das águas minero-medicinais datado de 31 de Dezembro de 1928. Eram classificadas como meso-salinas, cloretadas sódicas, sulfatadas magnesianas e cálcicas, bicarbonatadascálcicas e magnesianalinitadas. (Anuário Estatístico de Portugal, ed. 1928).
Possui capela. 
 
 
 
Quinta da Rocheira
 
Registaram-se de minas de carvão e ferro numa vinha da Quinta, no sítio do Catanhal, em 14 de Agosto de 1855, em nome de Joaquim Carreiras de Freitas Sampaio, morador na Quinta de Alfaia (anotadores, parte econ., caderno 8º f. 15).
Chamada de “Arrocheira” em 1862, era neste ano uma das quintas mais importantes na produção vinícola, pertencendo então ao bacharel José António de Barbosa e Araújo Simões (anotadores, parte econ., caderno 3º ff. 8/ 9, nota à alínea c) p. 248).
Pertencia em 1904 a José Raul Serrão Barbosa d' Araújo (ACA). Em 1990 era habitada e pertencia ao Sr. João Pedro.
Possuí capela.
Arquitectonicamente, as antigas adegas desta quinta foram adaptadas à moderna tecnologia, com novos processos de transformação de uva. Entre as suas castas destacam-se a Piriquita ou João Santarém, Tinta Roriz e Calado.
Actualmente, a Quinta da Rocheira tem 100 hectares, onde se produzem cereais e fruta.
 
 
 
Quinta do Ulmeiro
 
Em 1904 pertencia a Francisco dos Santos Bernardes (ACA).
Em 1907 pertencia a Francisco Alberto de Bastos (ACA).
 
[Reprodução Audio] Data de 23/06/2010
 

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